Por norma, qualquer ser humano necessita de afectos e emoções mais fortes no seu percurso de vida. Nesse caminho percorrem-se as mais diversas sensações que um ser enamorado poderá ter ao marcar apaixonadamente seus passos; revêem-se sorrisos, de uma alma que respira os elementos naturais comprimidos na áurea da sua musa, caem lágrimas de uma angústia sufocante, quando a musa ruma através de um vento inoportuno e devasta a alma do poeta. É esta separação que tantos sentem, mas tão poucos têm coragem de compartilhar o seu rumo com o mundo. São tantas as ocasiões em que nos mobilizamos num labirinto repleto de portas e cada uma delas contém um sentimento. A verdade é que vidrados pela calorosa paixão não damos conta que a porta de um enorme vazio estará sempre aberta ao nosso lado. Ao publicar Passione, Pedro Lopes continua a movimentar-se através da sua criatividade na descrição pormenorizada pelo “belo”, rumo à descrição de um sonho que gerou devaneio. Esta rota do romantismo pretende alcançar algo mais além do que podemos ver, procura dar ao leitor um reviver de várias sensações em tragos de nostalgia, melancolia, felicidade e solidão.
Marco Martins
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Livrarias:
PORTO---
Livrarias Poetria -Livraria Temática de Poesia e Teatro(Rua das Oliveiras, 72 Galeria Comercial) ;
Livraria Leitura(Rua de Ceuta, Nº 88, Shopping bom sucesso;
Oficina Ecopy (R. Actor Ferreira da Silva, 373/381 Paranhos) ;
Loja Ecopy Belas Artes(Av. Rodrigues de Freitas, 265) ;
Loja Ecopy FEP(R. Dr. Roberto Frias Faculdade Economia do Porto) ;
Loja Ecopy Portucalense(R. Dr. António Bernardino de Almeida, 541 livraria) ------------------------------- ---
LISBOA
Livraria Byblos (Rua Carlos Alberto Mota 17 Edíficio Amoreiras Square) ;
Bulhosa Books & Living (Galeria Comercial das Amoreiras ( e restantes Livrarias Bulhosa)
Av. Engenheiro Duarte Pacheco, s/n Loja 1129) ;
Livraria Espaço - Oeiras - Algés(Avenida Combatentes G Guerra 51-B, Algés)
---Outras Regiões (Se não estiver fisicamente, basta pedir no balcão)---
Lancei a minha semente ao mar Como se este fosse terra fértil Sem saber o quanto o sal é estéril De todos os olhos apenas os meus enganar
Esperei deitado na areia vendo barcos passar O céu trovar, a maré encher e esvaziar Muitas foram as luas, e calendários riscados Tantas horas, dias, meses, e anos roubados
Tantas cartas de Amor, palavras doces, e poemas Tudo cogitei, tudo indaguei, todos teoremas Mas todos meus ideais foram por ti subjugados
Seguiste em frente sem remorso ou pena Dos anos que me haviam sido roubados Do meu património que havias delapidado
Amo-te cada segundo, do tempo que conta. Porque o tempo só conta quando sorris... Porque o mundo só gira quando sorris e me abraças. Porque para mim o outro, o outro tempo nada vale. E nada vale porque nele não me sorris...
A autora Vóny Ferreira e a Editora Mosaico de Palavras, têm a honra de convidar V. Exas. a estar presente na sessão de lançamento do livro “CASCATA DE SÍLABAS, livro de poesia e prosa, que terá lugar no próximo dia 6 de Junho, pelas 15.30 horas, na Biblioteca de Leiria (Terreiro) que fica na parte velha da cidade de Leiria.
Prefaciado e apresentado pela Doutora Goreti Dias. Poemas declamados pelo Poeta Dionísio Dinis
“…Nos seus textos, a linguagem poética e criadora pode veicular a ilusão de que escreve para si mesma como forma de amenizar alguma da sua dor, contar o que a sua alma vive, ou os seus anseios. A intensidade com que afirma: “Quero, quero colher glicínias nos muros altos, as rosas secas do Outono. Trazê-las num molho colorido, silvestre, que te mostrem os resíduos do vento” traça a morada da poetisa no seu poema. “ Sou um Poema/Não tenho rosto… Não tenho mãos/ Não tenho boca” ; “Ando à procura de mim em tudo o que escrevo”, “A gramática arde-me no peito como ferida aberta”. Sem querer atribuir-se à escritora uma intenção de criar em nós o mesmo desejo, ela acaba por o atingir. De alguma forma, quem lê procura sempre encontrar nas escritas dos outros a expressão para os seus sentimentos. A autora consegue fazer nascer nos seus leitores um tempo-espaço e um sentir-o-mesmo em sintonia com o seu sujeito poético. Se lhe lemos uma vontade forte e decidida “ de renascer… para te amar”, patenteia-se aos nossos olhos o inevitável nascer ou renascer do nosso anseio tornado igual. “No irrealismo dos sonhos” e na “ linha transversal a delinear os meus sonhos” a poetisa torna-se mensageira das dissonâncias da alma, da vontade de olhar para além das palavras e do limite do eu. A consciência do eu poético permite-lhe afirmar: “ Um dia hei-de ser capaz de me agarrar às asas de uma águia e voar com ela”... (Goreti Dias)
Queria gritar mais alto que o som...
queria dizer-te que nas minhas veias corre uma dor rubra que é ácida quando me jorra da boca...
E eu grito...e eu grito todas as dores...todas as lágrimas..todas as perguntas que ficaram sem resposta mas o teu eco silencia-me...não o ouço...não vejo a tua voz a cruzar com as andorinhas e eu morro mais um pouco...
Puxo-me para um buraco onde possa fugir da pressão exercida no peito por não te sentir..por não te cheirar os passos nem engolir as curvas do pescoço.
Asfixio o ar que devia respirar com orgulho..danifico os sorrisos com os maxilares cerrados com força...crio rugas na pele e dispo-me de perfumes.Ainda semeio o meu jardim com lágrimas de carne que adubam a terra onde teimosamente nasces e continuas a ser o cravo mais bonito no meu jardim ...
E eu...a mesma pétala perdida de sempre tentando agarrar a esperança no verde das tuas folhas...
Daniela Pereira
Direitos Reservados
.Não podia deixar de partilhar este lindo video. As lágrimas que nos molham o rosto nem sempre são de tristeza. Um brinde a este pai, que com o seu gesto nos ensina tanto, tanto tanto...Obrigado Moranguinho Pereira por este video. Um Beijo/abraço
rui monteiro
Vamos celebrar a vida!!! O Bom com o sorriso da felicidade, o menos bom, com o agradecimento do ensino que nos proporciona. Deixo-te aqui o meu carinho por ti
NATAL
Dia mágico que abre o nosso coração aos demais. Queremos dar, e dámos... Queremos bem, e demonstramos... Hoje não importa o “eu”, importa o “tu”, “eles”... os nossos mais queridos amigos, familiares, conhecidos... Hoje deixamos a porta aberta para alguem passar, dámos até lugar na fila a quem mais precisa e não nos importamos de ficar para trás... Hoje gostamos de fazer boas ações... Hoje queremos que alguem seja feliz....
DESEJO-TE UM FELIZ NATAL
BEIJINHOS DA AMIGA HELENA CRISTINA
A autora Vóny Ferreira e a Editora Mosaico de Palavras, têm a honra de convidar V. Exas. a estar presente na sessão de lançamento do livro “CASCATA DE SÍLABAS, livro de poesia e prosa, que terá lugar no próximo dia 6 de Junho, pelas 15.30 horas, na Biblioteca de Leiria (Terreiro) que fica na parte velha da cidade de Leiria.
Prefaciado e apresentado pela Doutora Goreti Dias.
Poemas declamados pelo Poeta Dionísio Dinis
“…Nos seus textos, a linguagem poética e criadora pode veicular a ilusão de que escreve para si mesma como forma de amenizar alguma da sua dor, contar o que a sua alma vive, ou os seus anseios. A intensidade com que afirma: “Quero, quero colher glicínias nos muros altos, as rosas secas do Outono. Trazê-las num molho colorido, silvestre, que te mostrem os resíduos do vento” traça a morada da poetisa no seu poema. “ Sou um Poema/Não tenho rosto… Não tenho mãos/ Não tenho boca” ; “Ando à procura de mim em tudo o que escrevo”, “A gramática arde-me no peito como ferida aberta”. Sem querer atribuir-se à escritora uma intenção de criar em nós o mesmo desejo, ela acaba por o atingir. De alguma forma, quem lê procura sempre encontrar nas escritas dos outros a expressão para os seus sentimentos. A autora consegue fazer nascer nos seus leitores um tempo-espaço e um sentir-o-mesmo em sintonia com o seu sujeito poético. Se lhe lemos uma vontade forte e decidida “ de renascer… para te amar”, patenteia-se aos nossos olhos o inevitável nascer ou renascer do nosso anseio tornado igual.
“No irrealismo dos sonhos” e na “ linha transversal a delinear os meus sonhos” a poetisa torna-se mensageira das dissonâncias da alma, da vontade de olhar para além das palavras e do limite do eu. A consciência do eu poético permite-lhe afirmar: “ Um dia hei-de ser capaz de me agarrar às asas de uma águia e voar com ela”... (Goreti Dias)
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